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A escolha de um bom EPI: Luvas

12/07/2020

O uso de equipamento de proteção individual deve ser considerado como único recurso de proteção apenas quando outros métodos, como os controles de engenharia (uso de máquinas, robôs, equipamentos de proteção coletiva) e controles administrativos (novos procedimentos, regulamentos e códigos de boas prática) não estão disponíveis ou não atendem a necessidade do processo.

No caso das luvas, a seleção do modelo a ser utilizado deve ter como base a avaliação dos riscos e um conjunto de considerações relativas, como a tarefas a serem realizadas, ambientes de trabalho, pessoa a ser protegida, funcionalidade e conforto.

O custo do produto é geralmente um fator determinante no momento da escolha que, dependendo do material, construção e tecnologia utilizada, pode variar entre centavos e dezenas de reais. No entanto devem ser levados em conta também a vida útil e manutenção da peça, uma vez que estes fatores podem diluir a diferença de preços várias vezes e até mesmo tornar a peça inicialmente mais cara em uma solução mais barata no final da sua validade de uso.

Algumas luvas parecem vantajosas devido ao seu baixo preço, porém, os materiais não são resistentes ao desgaste, são substituídas com maior frequência e por isso saem mais caras ao final da conta.

Além disso, o custo desse equipamento deve considerar gastos associados a casos de lesões, atendimentos médicos, consequências diretas e indiretas para o trabalhador afastado, bem como o tempo de afastamento, processos de contratação e treinamento de novo colaborador.

borrão, dentro de casa, interior

 

As principais etapas do processo de escolha da luva certa para um trabalho são:

  • Análise e avaliação dos riscos que não podem ser evitados por meio de outras abordagens;
  • Definição das características exigidas, tendo em conta os riscos identificados, incluindo aqueles que ocorrem utilizando as luvas, as exigências relativas ao desempenho da tarefa e as exigências do ambiente de trabalho;
  • Avaliação e comparação das características das luvas disponíveis no mercado;
  • Seleção, testes e treinamento de usuários;
  • Inspeção e cuidados;
  • Revisão periódica da escolha das luvas para verificar se os requisitos estão sendo cumpridos e/ou que o nível de risco não mudou;

Outra análise importante a ser feita é que quando selecionado um modelo, devemos identificar sempre os riscos associados ao seu uso, por exemplo: reações alérgicas, irritações de pele por reação a produtos químicos na formulação do polímero ou ao pó adicionado para facilitar a colocação da luva, que secam a pele. Nestes casos, a solução consiste geralmente em mudar o modelo de luva.

Embora pareça um processo simples, é aconselhável que as empresas procurem sempre uma empresa especializada para executar essa análise, que poderá então auxiliar a contratante a escolher a melhor opção de EPI.

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